Como Manter o Planejamento Estratégico no Caminho Certo e Garantir Resultados Concretos

 

by Equipe ERPNOW - 13/01/2026



Você também tem a sensação de que o ano está passando rápido demais e que a lista de pendências só cresce?


Se essa impressão faz parte da sua rotina — e da rotina da sua equipe — talvez seja o momento de parar, respirar e refletir: será que vocês estão realmente focando nas atividades que trazem resultado?


A correria do dia a dia faz com que muitos gestores acabem priorizando tarefas urgentes e deixem de lado aquilo que é realmente importante. Mas o que diferencia empresas que crescem de forma sustentável daquelas que apenas “apagaram incêndios” durante o ano é justamente a capacidade de acompanhar e ajustar o planejamento estratégico.



Você está seguindo o que foi planejado?


Um bom ponto de partida é fazer uma análise simples, mas poderosa:


 O que foi planejado no fim do ano passado ou no início deste ano está sendo executado como o previsto?


Se a resposta for “não sei” ou “acho que não”, é sinal de alerta.


O planejamento estratégico existe exatamente para guiar a empresa rumo ao futuro desejado, antecipando cenários, oportunidades e desafios. Mas não basta apenas elaborá-lo — é fundamental acompanhá-lo de perto, avaliando se o caminho escolhido ainda faz sentido ou se é hora de corrigir a rota.


Quando essa análise é feita de forma constante, o gestor e sua equipe ganham clareza, foco e direcionamento. Assim, é possível perceber se a empresa está se aproximando dos seus objetivos ou se está se desviando sem perceber.



3 Dicas para Manter sua Empresa no Caminho dos Resultados


Para ajudar você e sua equipe a manterem o foco no que realmente importa, listamos três práticas essenciais que fortalecem o acompanhamento do planejamento estratégico e garantem resultados mais consistentes.


1. Avalie os resultados com frequência


Pode parecer óbvio, mas muitas empresas simplesmente não param para avaliar seus resultados de forma sistemática.


A primeira pergunta a se fazer é: “O resultado do mês foi bom ou ruim?”


Mas essa análise não deve ser feita isoladamente. Compare sempre com:


  • Os meses anteriores, para identificar tendências de crescimento ou queda;
  • As sazonalidades, que podem impactar diretamente o desempenho (por exemplo, alguns setores vendem mais no fim do ano ou durante feriados específicos);
  • E, principalmente, com o orçamento anual planejado.


Se a sua empresa ainda não tem um orçamento empresarial, não desanime — nunca é tarde para começar.


Elabore um orçamento que contemple o período atual e, se possível, já projete o próximo ano. Essa prática ajuda a criar uma base sólida de comparação, tornando o acompanhamento muito mais preciso.


O acompanhamento de resultados é o que permite entender o que está funcionando, o que precisa ser ajustado e quais áreas estão pedindo mais atenção. É também o que transforma dados em decisões inteligentes.



2. Mantenha a organização e a qualidade das informações


Para avaliar resultados de forma eficiente, é fundamental ter informações organizadas, confiáveis e acessíveis.


Sem dados consistentes, qualquer análise vira um palpite — e decisões baseadas em suposições raramente geram bons resultados.


Uma boa prática é investir em sistemas de gestão integrados, que concentram todas as informações em um único lugar. Assim, todos os membros da equipe trabalham com a mesma base de dados, o que evita retrabalho, reduz erros e melhora a comunicação entre os setores.


Além disso, informações bem organizadas facilitam a análise de desempenho e tornam as reuniões mais objetivas e produtivas. Quando os dados estão claros e disponíveis, o gestor pode agir com rapidez e confiança, ajustando rotas sempre que necessário.


Em resumo: informação é poder — mas só quando está bem estruturada.


3. Redefina objetivos, estratégias e metas quando for necessário


O mercado muda o tempo todo.


Concorrentes se tornam mais agressivos, produtos envelhecem, novas tecnologias surgem e o comportamento do consumidor se transforma. Por isso, é natural que o planejamento feito no início do ano precise de ajustes ao longo do caminho. Se as circunstâncias mudaram — e elas quase sempre mudam —, não tenha medo de revisar seus planos.


Talvez seja necessário redefinir objetivos, rever estratégias, reformular produtos ou ajustar metas para refletir o novo cenário. Planejar não é um ato estático; é um processo dinâmico de aprendizado e adaptação. Empresas que têm flexibilidade e coragem para repensar seus caminhos conseguem se manter competitivas mesmo em momentos de incerteza.


O importante é manter uma base de comparação e acompanhamento constante, para identificar o que saiu do previsto e agir antes que o problema se torne grande demais.



Planejar é importante, mas acompanhar é essencial


Ter um bom planejamento é apenas o primeiro passo.


O verdadeiro diferencial está em monitorar a execução, analisar resultados e ajustar estratégias de acordo com a realidade.


Um planejamento engavetado não tem valor algum — o que gera resultado é a prática diária de observar, medir e corrigir.


 Quando o gestor e sua equipe adotam essa cultura, a empresa ganha previsibilidade, agilidade e confiança para tomar decisões assertivas.


Lembre-se: o planejamento estratégico não deve ser visto como uma tarefa burocrática feita uma vez por ano, mas como um instrumento vivo, que deve ser revisitado e atualizado sempre que necessário.



Ferramentas de gestão: suas aliadas no dia a dia


Para que tudo isso funcione na prática, algumas ferramentas podem fazer toda a diferença no dia a dia da gestão.Soluções digitais, planilhas automatizadas e sistemas de acompanhamento de desempenho (como dashboards e relatórios em tempo real) ajudam a visualizar resultados, identificar gargalos e priorizar ações.


Essas ferramentas não substituem a análise humana — pelo contrário, potencializam o olhar estratégico do gestor. Com elas, é possível agir com mais rapidez, embasar decisões em dados concretos e garantir que todos na empresa saibam exatamente onde estão e para onde estão indo.



Conclusão: o segredo está na constância


O ano pode estar passando rápido, mas ainda há tempo para ajustar o rumo e terminar melhor do que começou.


Avaliar, organizar e redefinir metas não é sinal de fracasso — é sinal de maturidade e gestão consciente.


Não espere o próximo ciclo para rever seus planos. Comece agora:

  • Revise seus resultados;
  • Organize suas informações;
  • E, se necessário, redefina seus objetivos.


Lembre-se: a diferença entre quem planeja e quem realiza está no acompanhamento.


Com disciplina e clareza, você e sua equipe podem transformar metas em conquistas reais — e garantir que o planejamento estratégico da sua empresa continue sempre no rumo certo.






Reforma Tributária no Brasil 2026: sobre IBS, CBS e os impactos para empresas até 2033

 

Equipe ERPNOW - 26/12/2025



A Reforma Tributária brasileira, promulgada por meio da Emenda Constitucional nº 132/2023, representa a mais profunda transformação do sistema tributário nacional nas últimas décadas. Seu objetivo central é simplificar a tributação sobre o consumo, reduzir distorções econômicas, eliminar a cumulatividade de impostos e aumentar a segurança jurídica para empresas e investidores.

As mudanças não ocorrem de forma imediata. A implementação será gradual, com início em 2026 e conclusão da transição principal prevista para 2033, além de uma transição mais longa relacionada à tributação no destino, que se estende até 2078.

Em 2026, o IBS e a CBS serão obrigatórios apenas na estrutura da informação fiscal?


Sim. De acordo com a Emenda Constitucional nº 132/2023 e com os projetos de Lei Complementar que regulamentam a Reforma Tributária, o ano de 2026 será considerado um período inicial de transição, com caráter experimental para o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).

O que isso significa na prática?


Durante o ano de 2026:

  • IBS, com alíquota de 0,1%, e a CBS, com alíquota de 0,9%, deverão ser destacados nos documentos fiscais eletrônicos;
  • Os novos tributos passarão a constar na estrutura das informações fiscais dos documentos, como:
    • NF-e
    • NFS-e
    • Demais documentos fiscais eletrônicos equivalentes;
  • Não haverá cobrança efetiva, compensação de créditos ou recolhimento financeiro real desses valores.

Qual é o objetivo dessa fase inicial?


  • Testes operacionais dos novos tributos;
  • Validação dos layouts de XML/JSON;
  • Ajustes técnicos por parte das empresas, contadores e administrações tributárias.



O que é a Reforma Tributária?


A Reforma Tributária é um conjunto de mudanças constitucionais e infraconstitucionais que altera profundamente a forma como o Brasil tributa o consumo de bens e serviços.

Historicamente, o sistema tributário brasileiro se tornou extremamente complexo devido à sobreposição de impostos federais, estaduais e municipais, cada um com regras próprias, diferentes bases de cálculo, regimes especiais e interpretações divergentes.

A reforma busca resolver problemas como:

  • Tributação em cascata
  • Guerra fiscal entre estados e municípios
  • Alto custo de conformidade tributária
  • Insegurança jurídica
  • Distorções na formação de preços

Para isso, o modelo atual será substituído por um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, alinhado às melhores práticas internacionais.



Quais impostos serão substituídos?


A Reforma Tributária extingue gradualmente os seguintes tributos sobre o consumo:


Tributos federais

  • PIS (Programa de Integração Social)
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)

Tributos estaduais e municipais

  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)
  • ISS (Imposto Sobre Serviços)

No lugar deles, surgem dois novos tributos principais:

  • CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços (federal)
  • IBS – Imposto sobre Bens e Serviços (estadual e municipal)

 

Esses dois impostos formam o chamado IVA dual brasileiro.





O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?


IBS é o tributo que substituirá o ICMS e o ISS. Ele incidirá sobre operações com bens materiais, bens imateriais, direitos e serviços, independentemente da natureza da atividade.


Principais características do IBS

  • Não cumulativo: o imposto pago em etapas anteriores gera crédito integral
  • Cobrança no destino: o imposto pertence ao local de consumo, não ao de origem
  • Legislação uniforme: regras nacionais, com menos exceções
  • Gestão centralizada: arrecadação administrada por um Comitê Gestor nacional

Cada estado e município definirá sua alíquota, mas haverá uma alíquota de referência nacional, definida pelo Senado Federal.


O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?


CBS substituirá o PIS e a Cofins, sendo um tributo federal que também segue o modelo de IVA.

Características principais

  • Incide sobre bens, serviços e direitos
  • Não cumulativa, com crédito financeiro amplo
  • Alíquota definida pela União
  • Base de cálculo ampla e uniforme

A CBS e o IBS terão bases de cálculo semelhantes, o que permitirá maior transparência e previsibilidade.


Adequações da Reforma Tributária no Sistema ERPNOW


O sistema ERPNOW já está preparado para as novas exigências da Reforma Tributária. A seguir, apresentamos um passo a passo para adequar os cadastros e emitir Notas Fiscais no novo modelo.



1. Atualização no cadastro de produtos

O cadastro de produtos foi atualizado para atender ao novo formato tributário.

No sistema, acesse:

Cadastros Básicos > Estoque > Produtos





  • Classificação Tributária: enquadra o produto nas regras de IBS e CBS, definindo como será tributado, qual alíquota será aplicada e eventuais benefícios ou exceções. Esse novo padrão substitui a lógica atual baseada em NCM + regras específicas de ICMS, PIS/COFINS e ISS, tornando o processo mais simples e padronizado.
  • Class. Tributária é um código mais detalhado (6 dígitos) que complementa o CST.  Os 3 primeiros dígitos da Class. Tributária geralmente são iguais ao CST correspondente. Ele especifica qual dispositivo legal da Lei Complementar da Reforma Tributária se aplica àquela operação ou produto, qual a natureza da transação e como o tributo deve ser tratado na NF.
  • Alíquota IBS: percentual aplicado sobre bens e serviços para substituir ICMS e ISS.
  • A alíquota de 0,1% será usada como teste em 2026 e mantida em 2027 e 2028, dividida em 0,05% estadual e 0,05% municipal.
  • Alíquota CBS: percentual federal aplicado sobre bens e serviços para substituir PIS e COFINS, com regra única e sem cumulatividade.

Observação: o código correto de classificação tributária deve ser consultado com o contador ou setor fiscal da sua empresa.



2. Visualização dos dados na venda

Ao gerar uma venda e selecionar um produto, o sistema exibirá os novos campos tributários:

Vendas > Vendas > Nova venda > Insira o produto na venda > Selecione o produto para nova consulta.




3. Emissão da Nota Fiscal e ativação do padrão da Reforma Tributária para emissão

Após finalizar a venda, a Nota Fiscal será gerada automaticamente no módulo fiscal. Para consultar:

  • NF-Eletrônica > Notas de Saída > selecione a nota gerada.



  • Dentro da nota fiscal, estará disponível a opção “Padrão Reforma Tributária”, que deve ser habilitada para emissão conforme o novo modelo.



4. Revisão dos dados do produto na nota

Ao selecionar o item dentro da NF, será possível visualizar os dados preenchidos para a Reforma Tributária.

Caso seja necessário revisar, confirmar informações ou ajustar algum campo, basta editar antes da emissão.








Como o Orçamento Empresarial Pode Guiar Sua Empresa para o Sucesso

 

by Equipe ERPNOW - 16/12/2025




No mundo dos negócios, decisões acertadas dependem cada vez mais de planejamento, dados e estratégia. Nesse cenário, o orçamento empresarial surge como uma ferramenta indispensável para empresas que desejam ter controle, visão de futuro e capacidade de adaptação.


Ainda assim, muitas organizações deixam essa poderosa ferramenta de lado, muitas vezes por não saberem por onde começar.


Neste artigo, você vai entender o que é um orçamento empresarial, por que ele vai muito além de um simples relatório, e como implementá-lo de forma estratégica pode transformar a forma como sua empresa opera e toma decisões.



O que é um orçamento empresarial?


Mais do que números ou previsões, o orçamento empresarial é um planejamento financeiro estruturado que projeta receitas, despesas, investimentos e necessidades de caixa da empresa para um período determinado — normalmente anual.


O orçamento serve como um guia estratégico, oferecendo uma visão clara do que se espera alcançar em termos financeiros, quais caminhos serão tomados e quais recursos estarão disponíveis.


Ele também é uma forma de traduzir os objetivos estratégicos da empresa em metas financeiras e operacionais, permitindo o acompanhamento e o ajuste de rota sempre que necessário.



Por que fazer um orçamento empresarial?


Muitas empresas ainda enxergam o orçamento apenas como um documento que “fica na gaveta”. Porém, quando bem elaborado e, principalmente, bem acompanhado, o orçamento se torna uma peça-chave para a tomada de decisões assertivas e para o crescimento sustentável do negócio.


Veja alguns dos principais benefícios:

  • Visão de curto, médio e longo prazo: O orçamento ajuda a enxergar para onde a empresa está indo e o que será necessário para chegar lá.
  • Identificação de riscos e oportunidades: Com dados claros, é mais fácil perceber desvios de rota e agir rapidamente.
  • Apoio à tomada de decisão: Fornece uma base concreta para decisões como investimentos, contratações ou cortes de gastos.
  • Acompanhamento de desempenho: Permite comparações entre o planejado e o realizado, facilitando ajustes de estratégia.
  • Alinhamento entre as áreas: Todos os setores passam a trabalhar com metas alinhadas aos objetivos da empresa.



Como construir um orçamento empresarial na prática


Se você ainda não tem um processo estruturado de orçamento em sua empresa, o primeiro passo é entender seu negócio em profundidade. O processo de construção do orçamento é, por si só, uma excelente oportunidade para revisitar os indicadores, avaliar a performance atual e entender as necessidades da operação.


Perguntas essenciais para criar seu orçamento:

  • Qual será a demanda de vendas no período?
  • Quais são as fontes de receita e como elas se comportam?
  • Quais são os custos fixos e variáveis?
  • Haverá lançamento de novos produtos ou serviços?
  • Qual a previsão de inadimplência?
  • Estão previstos investimentos em maquinário, tecnologia ou infraestrutura?
  • Vamos contratar mais pessoas ou abrir novas unidades?


Responder essas perguntas é fundamental para montar projeções realistas e alinhadas à realidade e aos objetivos da empresa.



Orçamento empresarial não é estático: acompanhe e ajuste


Depois de construir e aprovar o orçamento, o trabalho não termina. Acompanhar o desempenho real da empresa frente às projeções é uma etapa crítica do processo.


Esse acompanhamento deve ser feito periodicamente (mensal, bimestral ou trimestral, por exemplo), sempre comparando o previsto com o realizado. Essa análise revela o quanto a empresa está próxima de alcançar suas metas e, principalmente, quando é hora de fazer ajustes de rota.



Orçamento como ferramenta de aprendizado


Além de orientar decisões futuras, o orçamento também é um recurso valioso para aprender com o passado. Ao revisar o que foi planejado e o que de fato aconteceu, a empresa entende melhor seus ciclos, sazonalidades, gargalos e potencialidades.


Esse aprendizado contínuo permite que, ano após ano, o processo de orçamento seja mais preciso, mais colaborativo e mais estratégico.



Dica importante: a qualidade dos dados é essencial


Um bom orçamento depende diretamente da qualidade das informações utilizadas. Ter dados confiáveis, atualizados e bem organizados faz toda a diferença na hora de projetar, acompanhar e tomar decisões.


Nesse sentido, investir em um sistema de gestão financeira que centralize os dados e permita acesso em tempo real é um grande facilitador.


Se você ainda tem dificuldade em estruturar seus dados financeiros, confira nosso conteúdo complementar:

 “Como otimizar a gestão financeira da sua empresa” 



O orçamento deve envolver toda a empresa



Embora o orçamento seja, em muitos casos, responsabilidade do setor financeiro, é fundamental que outros departamentos participem do processo. Áreas como comercial, operações, marketing e RH devem contribuir com projeções, metas e necessidades específicas.


Essa participação ativa garante que o orçamento reflita a realidade de cada setor e fortalece o compromisso da equipe com os resultados definidos.



Mais segurança e tranquilidade para a gestão


Uma empresa que trabalha com um orçamento bem estruturado e alinhado aos seus objetivos tem mais segurança para planejar o futuro e mais tranquilidade para lidar com imprevistos.


Ao invés de reações impulsivas a cada oscilação do mercado, as decisões passam a ser baseadas em dados, projeções e análises consistentes. Isso diminui riscos, fortalece a cultura de gestão e contribui para a construção de um negócio mais sólido e sustentável.


O orçamento empresarial não é apenas um exercício financeiro. Ele é um instrumento estratégico de gestão, que ajuda sua empresa a crescer com planejamento, clareza e controle.


Ao investir tempo e recursos na construção de um orçamento bem estruturado — e no seu acompanhamento constante —, você fortalece a tomada de decisão, aumenta a eficiência operacional e prepara sua empresa para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades.


Se sua empresa ainda não adota essa prática, comece agora. O retorno pode ser muito maior do que você imagina.


Bons negócios!






Tecnologia para pequenas e médias empresas: ferramentas essenciais para crescer com organização e agilidade

 

by Equipe ERPNOW - 31/10/2025




Empreender no Brasil muitas vezes começa de forma simples: uma ideia na cabeça, uma habilidade nas mãos e muita vontade de fazer acontecer. Seja um programador freelancer, um casal que decide abrir um pequeno comércio, ou amigos que transformam um projeto da faculdade em negócio, é comum que as primeiras etapas aconteçam em casa, com recursos limitados e jornadas longas.


Mas, à medida que o negócio ganha forma, surge um desafio inevitável: organizar para crescer. E é aí que a tecnologia entra como uma poderosa aliada.


Neste artigo, reunimos algumas soluções tecnológicas que ajudam pequenas e médias empresas a se desenvolver com mais agilidade, controle e profissionalismo — sem exigir grandes investimentos.

Vamos lá?



1. Gerenciadores de tarefas: mais controle e produtividade no dia a dia


Um dos maiores desafios para quem empreende é conciliar as diversas frentes do negócio: atendimento, produção, vendas, finanças e, claro, a vida pessoal. Isso pode facilmente levar à sobrecarga e à desorganização.


Para evitar isso, vale a pena usar ferramentas de gestão de tarefas. Elas ajudam a visualizar o que precisa ser feito, definir prazos, delegar funções (quando já há equipe) e acompanhar o progresso.


Com essas soluções, você evita o esquecimento de tarefas importantes, melhora sua rotina e ganha clareza sobre as prioridades do dia.


2. Trabalhando na nuvem: segurança, mobilidade e colaboração


Se você ainda guarda documentos apenas no HD ou no papel, é hora de rever isso. Trabalhar “na nuvem” significa armazenar e acessar arquivos em servidores online, com mais segurança, mobilidade e facilidade de compartilhamento.


Com a nuvem, você pode acessar planilhas, contratos, apresentações e relatórios de qualquer lugar — seja no computador, no tablet ou no celular.



3. Softwares de gestão: quando a planilha já não dá mais conta


No início, uma planilha de Excel pode até ser suficiente para controlar o fluxo de caixa. Mas conforme as vendas aumentam, surgem outras demandas: controle de estoque, emissão de boletos, cadastros de clientes, geração de relatórios e muito mais.


É aí que entra o Sistema de Gestão Integrada (ERP), especialmente os que operam online. Eles centralizam todas as informações do negócio em um único lugar, otimizando o tempo e reduzindo erros.


O que um bom sistema de gestão pode oferecer:


  • Controle de vendas e estoque
  • Emissão de notas fiscais e boletos
  • Registro de contratos e fornecedores
  • Relatórios financeiros e de desempenho
  • Acesso remoto com segurança.



4. Comunicação interna e externa: mais agilidade e conexão com clientes


A comunicação eficiente é essencial em qualquer negócio. Seja para alinhar a equipe ou se conectar com os clientes, as ferramentas digitais oferecem muitos caminhos simples e acessíveis.


A comunicação bem-feita cria vínculos, fideliza clientes e melhora a percepção da marca — mesmo nos negócios menores.



5. Marketing automatizado: conheça e fidelize seu público com inteligência


Você já pensou no valor que os dados dos seus clientes têm para o seu negócio? Nome, e-mail, localização, preferências de compra e comportamento online — tudo isso pode ser usado para personalizar ofertas e aumentar as chances de conversão.


Ferramentas de marketing automatizado ajudam você a captar, organizar e utilizar esses dados de forma eficiente.



Pequenas ações tecnológicas, grandes resultados


Como você viu, a tecnologia pode ser uma grande aliada de quem está começando ou estruturando seu negócio. 


Organização, mobilidade, controle, segurança e relacionamento com o cliente — todos esses pontos podem ser melhorados com o uso inteligente da tecnologia.


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Como pequenas e médias empresas podem superar crises com uma gestão mais estratégica

 


by Equipe ERPNOW - 19/05/2022


Em tempos desafiadores — como o que vivemos nos últimos anos com a pandemia de COVID-19 — muitas empresas foram forçadas a rever suas operações da noite para o dia. Teletrabalho, redução de carga horária, queda de receita e adequações salariais tornaram-se realidade em poucas semanas. Para os comércios, o impacto foi ainda mais severo: o atendimento presencial foi proibido em diversas cidades, exigindo mudanças radicais no modelo de negócio.


Esses momentos de crise servem como um verdadeiro teste de resiliência e gestão. E, por mais difícil que tenha sido o período, ele trouxe aprendizados valiosos que continuam sendo relevantes em 2025 e seguirão moldando o futuro dos negócios.


Neste artigo, vamos destacar os principais pontos que merecem atenção por parte de pequenas e médias empresas — tanto para atravessar momentos de crise quanto para prosperar no cenário pós-crise.



1. Visão do todo: informação em tempo real


Ter uma visão global da empresa — de forma clara, acessível e em tempo real — é essencial para reagir rapidamente a mudanças no mercado. Quando surge uma situação inesperada, como novas regras sanitárias, mudanças econômicas ou crises globais, a tomada de decisão precisa ser ágil e baseada em dados concretos.


Um bom sistema de gestão empresarial (ERP) permite essa visibilidade. Com poucos cliques, é possível acompanhar vendas, estoque e fluxo de caixa. Isso dá ao gestor condições reais de fazer ajustes de rota sem perder tempo.


Não saber onde a empresa está pode custar muito caro. Já quem conhece bem seus números, processos e recursos consegue se adaptar — e até identificar oportunidades no meio do caos.



2. Organização financeira: sem ela, não há sobrevivência


Saber quanto se gasta e quanto se recebe é o básico da gestão — mas a realidade é que muitas PMEs ainda fazem esse controle de forma imprecisa, ou até “no olho”. Em tempos de estabilidade, isso pode passar despercebido, mas em momentos de crise, essa falta de organização pode colocar o negócio em risco.


Quando há queda de receita, é essencial saber exatamente onde estão os custos, quais despesas são fixas ou variáveis, e onde é possível reduzir ou renegociar. Sem esse controle, o gestor fica no escuro, dificultando decisões estratégicas como corte de gastos, pausa de investimentos ou busca por crédito.


Adotar um controle financeiro estruturado, com relatórios periódicos, dashboards e comparativos entre previsto X realizado, não é luxo — é questão de sobrevivência.



3. Revisão de processos: hora de reavaliar o caminho


Crises forçam as empresas a desacelerar. E esse momento de pausa — involuntária ou não — pode ser ideal para revisitar os processos internos.


Como cada atividade é realizada? Existe duplicidade de tarefas? Há desperdício de tempo ou recursos? A tecnologia está sendo usada a favor ou ainda há processos manuais que poderiam ser automatizados?


A revisão de processos permite que a empresa se adapte à nova realidade com mais eficiência. Isso pode significar operar com menos pessoal, digitalizar processos, mudar a forma de atendimento ou reconfigurar fluxos internos.


Além disso, analisar os processos ajuda a identificar gargalos, eliminar retrabalhos e criar uma cultura de melhoria contínua — algo fundamental para empresas que querem não apenas sobreviver, mas crescer.



4. Acompanhamento do orçamento: planejar e replanejar


O planejamento financeiro não deve ser engessado. Em tempos de instabilidade, o orçamento precisa ser acompanhado de perto e atualizado com frequência.


Quais eram as metas no início do ano? Ainda são viáveis? Houve aumento ou queda na demanda? Algum investimento inesperado precisou ser feito para adaptar a operação?


Por exemplo, durante a pandemia, muitas empresas que não tinham estrutura digital precisaram investir em e-commerce, delivery ou infraestrutura de home office. Isso impactou diretamente o orçamento inicial, mas também foi o que manteve o negócio de pé.


O mais importante é entender que o orçamento é um guia — e que ele pode (e deve) ser ajustado conforme as circunstâncias. O controle deve ser contínuo, e não apenas um exercício feito no início do ano.



5. Parcerias estratégicas: sozinhos vamos mais rápido, juntos vamos mais longe


Uma das lições mais importantes da pandemia foi o poder das parcerias. Em tempos difíceis, empresas que se uniram conseguiram ir mais longe.


Diversos negócios encontraram formas de adaptar seus produtos e serviços às novas demandas: indústrias químicas passaram a produzir álcool em gel, empresas de limpeza ofereceram sanitizações especializadas, comércios locais se transformaram em e-commerces.


Mais do que isso, pequenas e médias empresas podem (e devem) unir forças com outras marcas locais, autônomos e prestadores de serviços complementares. Parceria é estratégia — especialmente em momentos de incerteza.



6. As quatro peças-chave da gestão


Independentemente do tamanho da empresa, existem quatro indicadores fundamentais que o gestor precisa ter sempre à mão:


  1. Vendas e receitas: quanto está entrando, por produto, canal e período.
  2. Nível de estoque: para evitar falta de produtos ou excesso desnecessário.
  3. Saídas de caixa (despesas): o que está sendo gasto e por quê.
  4. Custos fixos e variáveis: para entender a estrutura de funcionamento da empresa.


Com esses dados atualizados, é possível tomar decisões mais seguras e rápidas. E com o apoio de um sistema de gestão integrada, essas informações estão a um clique de distância, acessíveis de qualquer lugar com internet.



Gire o leme: não espere a crise passar para mudar



Muitos empreendedores ainda acreditam que podem esperar a “vida voltar ao normal” para investir em melhorias na gestão. Mas a verdade é que o novo normal já chegou — e as empresas que prosperam são justamente aquelas que não esperaram a tempestade passar para girar o leme.


Não importa o cenário: digitalizar processos, integrar informações, rever estratégias e adotar uma gestão mais inteligente são ações que sempre trarão benefícios. A crise pode ser o gatilho, mas os frutos vêm a longo prazo — com mais resiliência, inovação e preparo para qualquer desafio.



Pequenas e médias empresas representam boa parte da economia e da geração de empregos no país. Mas, para se manterem competitivas e sustentáveis, precisam evoluir em sua forma de gerir.
Momentos de crise são, sim, difíceis. Mas também são momentos de reinvenção. Quem tiver coragem para revisar rotas, buscar parcerias, investir em tecnologia e manter o controle da operação, sairá mais forte — hoje, amanhã e no futuro.


🚀 Não espere a próxima crise para mudar. Comece agora.







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